sábado, 4 de fevereiro de 2017

Geisel, teletubbies e perversidade

Ando estarrecida. Cada absurdo que tem acontecido no mundo, que se tiver uma passagem para Marte, sem volta, compro a minha lindamente. À vista.
As pessoas estão cegas de ódio. Desrespeito pela vida humana, seja vindo de médicos ou de juristas. Duas classes que deveriam dar exemplo de ética e servidão.
Comentários maldosos tomaram a internet depois da morte da ex primeira dama Dona Marisa Leticia - que logo após sua morte, um site famoso de notícias fez questão de retirar o "Dona" de suas matérias e os apresentadores de um famoso telejornal saíram sorridentes, quase gargalhando, mostrando a total falta de compaixão com a dor do outro.
O ódio, a ironia e os justiceiros batedores de panela andam soltos. Pessoas mesquinhas, vaidosas, analfabetas políticas e funcionais, escrevem coisas absurdas, se vangloriam da morte da ex primeira dama, com comemorações, com posts irônicos e doentios. Ódio, ódio, ódio. Só isso que essas pessoas conseguem sentir.
Gente sem ética, sem amor no coração, sem educação, sem caráter, perversas. Gente da pior espécie.
Um exemplo disso tudo é um jurista de MG que disse em seu facebook: "Morre peste! Quero abrir logo minha champagne." Uma pessoa dessa não merece atuar, ironicamente, na Justiça.
E o outro exemplo é o de jovens, que foram crianças na época dos teletubbies. Uns bichinhos idiotas e alienados, que não falam nada com coisa nenhuma, não podiam ensinar algo que prestasse. Criou-se uma corja de monstrengos iguais ao médico que disse que Marisa ia ser abraçada pelo capeta e que o procedimento correto não deveria ser realizado. Esse tipinho vaidoso, egocêntrico, leite com pera e bola de gude no tapete é o nosso futuro. Será que os papais desse monstro estão orgulhosos? É capaz de estarem, pois devem ter sido os responsáveis por deixar esse moleque se alienar.
Aos que não respeitaram a morte da Dona Marisa e deixaram o ódio partidário cegar, deixaram o ódio ao ser humano ser maior que o respeito pela dignidade humana, com consequente desrespeito pela dor da morte, pela família num momento tão difícil, digo que vocês não são sequer dignos desta crônica.


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